Sábado, 29 de Julho de 2006

Portugal, País de múltiplos encantos

Nesta época estival que melhor ir para fora cá dentro?

Algarve?

Não.

Uma janela ao entardecer, em contra luz

 

O azul do Atlântico banhando um extenso areal

 

As piscinas oferecem uma alternativa com um panorma de suster a respeiração

O rio rasga os montes graniticos com suavidade

 

 

Mas se não chegar pelo rio passear

dê umas boladas nos magnificos  campos de ténis,

enquadrados por belos "greens" onde umas

tacadas de golf  também  estão logo ali

 

A região também é fértil em vestígios da nossa história

 

Já se aperceberam por que terras andei?

O Oeste, como vêem, também tem  os seus encantos.

Pois é, o Vimeiro, Santa Rita, Porto Novo, Santa Cruz, esperam por vós

 

publicado por jo às 23:45

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Quarta-feira, 26 de Julho de 2006

PRAIA GRANDE (Sintra)

A Praia Grande no seu melhor

Desce-se por entre canaviais



Encontramos chorões em flor

Ao longe, as bandeiras azuis são símbolo da qualidade da praia

E, finalmente, mergulhamos no Mar!

publicado por soaresesilva às 15:31

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Domingo, 23 de Julho de 2006

Begonia Rex

A Natureza está sempre  a surpreender-nos.

Ora vejam:

quem dirá que esta imagem é a primeira forma

do que será uma bela folha da Begónia Rex?

Nasce enrolada e felpuda 

Começa delicadamente a abrir-se 

Aqui, como o cálice duma flor,  procura mostrar

as suas pétalas

Eis, que a temos quase, quase folha

 FOLHA!

publicado por jo às 22:20

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Sábado, 22 de Julho de 2006

DEPRESSÕES


Depression
Tara Laurant

Dedico este post ao blog http://www.camuflagens.blogspot.com/

"Enquanto Henrique comia, ellas, sem deixarem de o observar com a natural curiosidade de quem havia tanto tempo não tivera um hospede, faziam-lhe perguntas, às quais elle ia respondendo conforme lhe era possivel.
- Tu dizias-me na tua carta que estevas doente; pois olha que na cara não o parece.
- Não - concordou a criada - tem boas côres, e, vamos, a magreza inda não é lá essas coisas.
Era este o ponto fraco de Henrique; respondeu logo ao reclamo.
- Não me digam isso! Então não vêem como estou? Pois isto é lá côr de saúde? de febre, será. Gordo? Pois acham-me gordo?!
- Gordo não digo, mas mesmo assim, assim...E depois como vieste de jornada...Mas afinal que moléstia é a tua, menino?
- Eu sei lá, tia Dorothéa? Nem os médicos a conhecem bem. É, entre outras coisas, uma tristeza, uma melancolia, que me não deixa, que me persegue por toda a parte. Às vezes parece-me que sinto apertar-se-me dolorosamente o coração; outras, são palpitações, ancias...Tenho quasi vontade de chorar, irrito-me, impaciento-me, não quero que me falem, nada quero vêr, nada quero ouvir; não leio, não durmo, não como. Finalmente todo eu sou doença e tristeza.
A boa tia Dorothéa olhava com sisudez e attenção para o sobrinho, enquanto elle falava, e na physionomia iam-se-lhe desenhando, ao ouvi-lo, os mais expressivos signaes de espanto e consternação.
Assim que Henrique terminou a exposição, ella disse-lhe com uma adorável candura:
- Então é assim uma especie de mania!
À palavra "mania" Henrique sobresaltou-se. Seria a consciência que se sentiu ferida?
- Mania? Ó tia Dorothéa! Mania! Veja bem, olhe que o termo é forte? Mania!
- Sim menino - insistiu ingenuamente a boa senhora - pois olha que não é outra coisa. Pois isto de estar triste sem ter de quê...sim..porque não te morrendo ninguem nem te doendo nada..."

Júlio Diniz  (escritor e médico) in A Morgadinha dos Cannaviaes

 

 

publicado por soaresesilva às 20:13

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Quarta-feira, 19 de Julho de 2006

Refrescar

Vai uma bebida fresca neste tempo de canícula? Vejam como é fácil:

Cocktail de pêssego

 

0,5l de polpa de pêssego, 1 garrafa de champanhe seco, sumo de limão e coco ralado q.b.

Passe sumo de limão pelo rebordo das taças de champanhe e a seguir coco ralado. No momento de servir, encha cada taça até meio com a polpa de pêssego e complete com champanhe bem fresco.

Granizado de Ameixa

1,5 dl de água, 200g de açucar , 1 c. de sopa de sumo de limão,, 600g de ameixa, gelo picado q.b.

Ferva a água com o açúcar e o sumo de limão. Retire do lume e deixe arrefecer. Elimine a pele e o caroço às ameixas e triture-as. Junte a polpa das ameixas à calda fria e envolva bem. Leve ao congelador, até gelar, mexendo esporadicamente para que os cristais não se fixem. Distribua o granizado por copos. Coloque por cima um pouco de gelo picado. Sirva de imediato.

Batido de quivi e banana

 

2 bananas, 4 quivis , 2 c. de sopa de mel, 1 iogurte natural, 2 dl de leite

Descasque os frutos e corte-os em pedaços. Coloque-os dentro do liquidificador e junte o  mel, o iogurte e o leite. Triture bem e reserve no frigorifico durante 15 minutos.

Sumo de Morango

 

500g de morangos maduros, 1dl de xarope de groselha, 2 colheres de açucar , 4dl de água

Lave e arranje os morangos. Corte-os em pedaços e triture. Leve a lume brando a groselha com o açúcar e a água e deixe ferver, durante dois minutos. Retire do calor e deixe arrefecer. Envolva o puré de morango. Leve ao frigorífico durante 15 minutos e sirva.

 

Uhm, uhm, não estão com água na boca?

 

 

 

 

 

 

publicado por jo às 22:13

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Domingo, 16 de Julho de 2006

MARTHA TELLES

Uma das minhas pintoras favoritas


LE CADEAU-1980


Mémoires d'enfance
PROMENADE DE DIMANCHE
1979


Mémoires d'enfance
LA MAISON DE CHAMPAGNE
1975


LE DÉPART - 1983

BIOGRAFIA

Martha Telles nasceu na Rua da Carreira no Funchal, em 19 de Agosto de 1930.O Pai, advogado, morre ainda novo. A Mãe, Wera, dinamarquesa, estudava ópera em Paris, quando conheceu o futuro marido, Alexandre da Cunha Telles.
Aos 15 anos Martha casou-se na Madeira, deixando para trás o Colégio da Apresentação de Maria. Vem até ao Continente aos lugares do Douro, às vinhas de Santa Maria. A sua filha nasceu  em Santa Marta de Penaguião, tinha Martha 16 anos. Aos dezanove anos regressou à Madeira com a filha.
Em 1955 matriculou-se nas Belas Artes em Lisboa, tendo mudado depois para a Escola do Porto.
Viveu dois anos na Dinamarca onde fez a primeira exposição individual. Depois visita Roma. De Roma volta a Copenhague e daí encaminha-se para Paris onde Vieira da Silva a orienta.  Estuda sociologia da arte na Soborne.
Parte para o Canadá onde fica dezasseis anos, tendo-se neutralizado canadiana em 1974.

 

 

 

publicado por soaresesilva às 23:20

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Quinta-feira, 13 de Julho de 2006

Devaneios

Pela mão do pintor, a árvore nasceu azul.

É que se olharmos para a NATUREZA  - talvez,  a  mais bela  criação no  Univerno   - tudo nasceu com um fim especifico:

a cor,

a forma,

a textura,

o tamanho,

o material

e....

e.....

Mas, ao pintor todas as liberdades são permtidas, sentido ele, no acto da criação, o pleno uso da LIBERDADE.

 E porque não?

 

publicado por jo às 21:46

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Terça-feira, 11 de Julho de 2006

A CHEGADA


Foto tirada da Internet

(A propósito da chegada para férias dos nossos emigrantes)

"Acordei envolto n'um largo e doce silêncio. Era uma estação muito sossegada, muito varrida, com rosinhas brancas trepando pelas paredes - e outras rosas em moitas, n'um jardim, onde um tanquesinho abafado de limos dormia sob duas mimosas em flôr que rescendiam, Um moço pálido, de paletot côr de mel, vergando a bengalinha contra o chão, contemplava pensativamente o comboio. Agachada rente à grade da horta, uma velha, diante duma cêsta de ovos, contava moedas de cobre no regaço. Sobre o telhado secavam aboboras. Por cima rebrilhava o profundo, rico e macio azul de que os meus olhos andavam aguados.
Sacudi violentamente Jacinto:
- Acorda, homem, que está na tua terra!
Elle desembrulhou os pés do meu paletot, cotiou o bigode, e veio sem pressa, à vidraça que eu abrira, conhecer a sua terra.
- Então é Portugal, hein?...Cheira bem."

Eça de Queiroz in A Cidade e as Serras
publicado por soaresesilva às 18:54

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Sábado, 8 de Julho de 2006

Um Paraíso em Lisboa

 

 

 

Um paraíso no coração de Lisboa,

onde novos,

 velhos,

crianças,

artistas,

e

outros mais

se  podem encontrar

em perfeita comunhão com

a Natureza, duma beleza ímpar.

 

Mais jardins Gulbenkian, precisam-se!

publicado por jo às 22:55

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Quinta-feira, 6 de Julho de 2006

GABRIELA MISTRAL

Descobri um poeta que me era totalmente desconhecido: GABRIELA MISTRAL, uma chilena que foi Prémio Nobel da Literatura em 1945.
Deixo-vos um dos seus poemas, um de muitos que li nestes últimos dias .


Foto de Ventor
Nascente das Fontes-Adrão-Serra do Suajo

A NASCENTE

Lá no fundo do jardim
jorra uma nascente viva,
cega, de longos cabelos,
nunca de espuma vestida,
que cá em baixo não chama
e nunca cresce, tão fina.
 
Da concha das minhas mãos
desliza, obscura e esquiva.
Bebemo-la de joelhos
no momento em que germina
e eu apenas lhe levo
as sedes que mais se inclinam:
a sede dos animais,
a das crianças, a minha.
 
Não se via à luz do dia
e de noite não se ouvia,
mas desde que a encontrámos
mesmo a dormir a ouvimos,
porque dela regressamos
com uma pontada divina
ou com um segundo sangue
que o peito não conhecia.
.....................................
.....................................
 

 

publicado por soaresesilva às 21:50

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