Quarta-feira, 30 de Agosto de 2006

LINHA DO ESTORIL

A Linha do Estoril já não é o que era?


Onde estão os homens de negócios que iam de comboio ao Casino?


Esta não era uma cena habitual no Cais do Sodré

Chegados à praia não se vêem estrelas de cinema nem aristocratas

Naquele palacete já não mora nenhum rei no exílio

Paredões defendem do inverno as centenas de restaurantes entretanto nascidos

Mas o mar continua azul

E as ondas batem suavemente nas rochas como sempre fizeram

publicado por soaresesilva às 23:24

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Domingo, 27 de Agosto de 2006

MAR

 Duas visões um tema: Mar

-         A Rosa e o Mar 

Eu gostaria ainda de falar,

Da rosa brava e do mar,

A rosa é tão delicada,

O mar tão impetuoso,

Que não sei como os juntar,

E convidar para o chá,

Na casa breve do poema.

O melhor é não falar,

Sorrir-lhes só da janela.

 Eugénio de Andrade, Obra Poética 

               

TEMPESTADE NO  MAR

Acrilico sobre tela de pintor desconhecido do sec. XXI

publicado por jo às 23:20

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Quinta-feira, 24 de Agosto de 2006

O MENINO E O GATO

Dos bibelots que a minha Avó paterna me deixou, guardo este com especial carinho. Foi oferecido ao meu Avô Catão, no dia em que ele fez 44 anos de idade, por pessoa amiga que desconheço 



Por estar quase elegível a legenda aposta na parte inferior do boneco, reproduzo-a abaixo:

Do meu querido Catãozinho
eis aqui fiel retrato
- Qual? O louro bebezinho?
- Não , o gato
VII-IX-MCM               M.A.

publicado por soaresesilva às 23:05

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Terça-feira, 22 de Agosto de 2006

Deambulações

Não, não andei a navegar,

mas  por terra cheguei ao delta do Vouga 

onde, mais uma vez, me encantei com

a

bela

cidade de Aveiro.

 

lAveiro teve origem provável num povoado de pescadores que se fixaram na região antes da chegada dos Romanos. Situava-se à beira-mar, sendo então a foz do rio perto da actual povoação de Alquerubim. Em 1419 o Infante D. Pedro ordenou a construção das muralhas em volta do povoado. Será a partir deste povoado muralhado que terá nascido extra-muros, separada por um braço da ria, a cidade de Aveiro. A partir do séc. XIX desenvolve-se em direcção à estação dos caminhos-de-ferro. As actividades económicas terão sido desde há muito a pesca, navegação, construção naval, indústria e comércio do sal. Comercializavam-se ainda frutos e cereais e a partir do séc. XVI o bacalhau vindo da Terra Nova. A Universidade de Aveiro instalada em 1983 trouxe à cidade a possibilidade de formação de novos quadros, prontamente absorvidos por uma indústria em expansão.

E como em tudo o povo diz que há uma alma gémea, também Aveiro tem duas cidades cidades gémeas, de seu nome:

Forlì é uma comuna italiana da região de Emilia-Romana, provincia de Forli-Cesena, com cerca de 110.209 habitantes. Estende-se por uma área de 228 km2 , tendo uma densidade populacional  de 471,98 hab/km2.

e

Oita (大分市 -shi) é uma cidade japonesa  localizada na provincia de Oita. Em 2003, a cidade tinha uma população estimada em 441 270 habitantes e uma densidade populacional  de 1 222,90 h/km2. Tem uma área total de 360,84 km². Recebeu o estatuto de cidade a 1 de Abril de 1911.

E mais não digo!

publicado por jo às 01:30

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Quinta-feira, 17 de Agosto de 2006

A CHUVA E O FOGO



Vicky Brago-Mitchell

Choveu; e logo da terra humosa
Irrompe o campo das liliáceas.
Foi bem fecunda, a estação pluviosa!
Que vigor no campo das liliáceas!

Calquem, recalquem, não o afogam.
Deixem. Não calquem. Que tudo invadam.
Não as extinguem, porque as degradam?
Para que as calcam? Não as afogam.

Olhem o fogo que anda na serra.
É a queimada...Que lumaréu!
Podem calcá-lo, deitar-lhe terra,
Que não apagam o lumaréu.

Deixem! Não calquem! Deixem arder.
Se aqui o pisam, rebenta além.
- E se arde tudo? - Isso que tem!
Deitam-lhe fogo, é para arder...
 
Camilo Pessanha


publicado por soaresesilva às 21:40

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Terça-feira, 15 de Agosto de 2006

Cidade das Sete Colinas

Um dos miradouros existentes na cidade de Lisboa é o da Senhora do Monte, situado na zona da Graça. O nome do miradouro vem de uma capela implantada no local, um templo muito antigo, do tempo da conquista de Lisboa aos mouros.

A primeira ermida que existiu, perto deste local, foi construída em 1147 após a reconquista da cidade de Lisboa. Foi dedicada a São  Gens  que tinha sido bispo da cidade muito antes da reconquista e que teria sido martirizado neste local. Os frades Agostinhos, que tomaram contam da ermida, colocaram no seu interior, a cadeira de pedra que pertencera ao santo. À volta desta cadeira surgiu uma lenda segundo a qual, as senhoras grávidas que lá se sentassem, tinham partos sem complicações. A própria mulher de D. João V, D. Maria Ana de Áustria, foi lá sentar-se quando estava grávida do herdeiro do trono.

Após o terramoto de 1755 que foi devastador em toda a zona circundante, a ermida ficou praticamente destruída. A actual ermida, foi construída em 1796, um local um pouco mais acima do local original e é obra do arquitecto Honorato José Teixeira. No seu interior foi de novo colocada a cadeira de São Gens

.

 

Em 1921, os frades Agostinhos da Graça foram transferidos desta ermida para o Convento de Nossa Senhora da Graça.

 

Hoje, ao fim da tarde, de máquina ao ombro resolvi revisitar uma das Sete Colinas de Lisboa. Porque a reportagem  foi extensa e não  podia ser toda inserida no post completei-a com o texto que retirei da Wikipédia.

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por jo às 22:15

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Domingo, 13 de Agosto de 2006

O MEU BAIRRO FECHOU PARA FÉRIAS


Todas as janelas estão fechadas

A avenida principal sem trânsito quer no sentido Sul

quer no sentido Norte

As paragens de autocarro estão vazias

Acabou-se a luta pelo estacionamento

Os bancos já não têm namorados

As flores vão caindo à mingua de rega

publicado por soaresesilva às 19:44

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Sábado, 12 de Agosto de 2006

Caras ou coroas

 O calor dás-lhes pujança

Mas também as seca

 

As duas faces da moeda!

publicado por jo às 00:48

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Quinta-feira, 10 de Agosto de 2006

LUA DE AGOSTO

Duma varanda em Lisboa





Fotos Luisa

publicado por soaresesilva às 22:59

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Terça-feira, 8 de Agosto de 2006

Sentimentos

 

Sinto falta da chuva...
Sinto falta do vento...
Sinto falta dos trovões...
Sinto falta das ruas molhadas...
Sinto falta do cheiro da terra molhada...
Sinto falta...

UHF, já não aguento tanto calor!
Poema de Anónimo
Imagens da Internet
publicado por jo às 21:07

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