Domingo, 2 de Abril de 2006

UM CONTO

Chegou com o sol
O Pássaro das penas azuis
E por momentos
Poisou na árvore solitária
Junto ao rio.

Cantou
O Pássaro das longas penas azuis
E a árvore estremeceu
Num longo arrepio
De saudade e esperança...

Quando partiu o Pássaro azul,
Vergaram-se mais para a terra
Os ramos a morrer.
E uma a uma
Cairam na água
As raras folhas amarelas

publicado por soaresesilva às 21:22

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16 comentários:
De jo a 2 de Abril de 2006 às 22:45
O Pássaro azul partiu, mas até nós veio a poesia doce da poeta que não assina sua obra, numa modéstia que não tem razão de ser pela musicalidade da sua rima e a riqueza dos seus temas. Venha á luz o nome da POETA!
De mlourdes a 3 de Abril de 2006 às 23:50

A Jo tem toda a razão! que mistério. No Sec XXI Poesia Anónima não! Vamos manifestar-nos, já!
O/A Poeta deve ser um livro aberto para que todos tenham acesso ao lindo conto do Pássaro de penas azuis. Que belo que ele é! Milú
De:
Data:
2 de Abril de 2006 às 23:06
De Praia da Claridade a 3 de Abril de 2006 às 02:56
Um poema que nos leva aos mistérios da Natureza. E são muitos, para quem os aprecia... Há sempre qualquer elemento novo por descobrir.
De catarina a 3 de Abril de 2006 às 10:45
Os passaros azuis não fazem mais do que anunciar que chegou a hora da natureza se livrar dos casacos do inverno para se revestir de novas roupagens floridas e verdejantes :).
De soaresesilva a 3 de Abril de 2006 às 12:47
E gostou da música?
De jo a 3 de Abril de 2006 às 14:34
Não tinha dito nada, mas adorei a música.
De Doryanne a 3 de Abril de 2006 às 13:19
Tão bonito...
Boa semana*
De Pensamentos do João a 3 de Abril de 2006 às 14:54
Palavras soltas de um conto fundamentado ;)
um beijinho luisa ;)
tem um bom inicio de semana ;)
De Carlos a 3 de Abril de 2006 às 15:17
AMO-TE ASSIM



Amo-te assim

Sem enfeites nem disfarces

Ungida pela água.

Cabelo corrido pelos ombros,

Olhos brilhantes de alegria e volúpia

Toda amor mar e harmonia

Como se tivesses descido do céu

E uma nuvem fosse o longo véu

Que nos envolvesse eternamente.
De adesenhar a 3 de Abril de 2006 às 17:22
vim fazer uma leitura primaveril no teu simpático post.

De Zeca a 3 de Abril de 2006 às 17:55
Já podes ir ver a resposta à tua dúvida.

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