Quinta-feira, 2 de Março de 2006

AFORISMOS DE OSCAR WILDE

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1854-1900


"Só há duas espécies de pessoas verdadeiramente fascinantes - as que sabem absolutamente tudo e as que não sabem absolutamente nada"

publicado por jo às 12:31

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21 comentários:
De Anónimo a 3 de Março de 2006 às 21:27


Valha-nos Deus. Não gosto de radicalismos;absolutamente nada! mlourdes
</a>
(mailto:mlourdes5@netcabo.pt)
De Anónimo a 3 de Março de 2006 às 19:15
"Só há duas espécies de pessoas verdadeiramente fascinantes - as que sabem absolutamente tudo e as que não sabem absolutamente nada"

Lá isso é verdade...
Tem um bom fim de semana Luisa ;)João
(http://pensamentosdojoao.blogspot.com)
(mailto:pensamentosdojoao@hotmail.com)
De Anónimo a 3 de Março de 2006 às 18:54
Mas acho que o Oscar Wilde achava fascinantes os "estúoidos" os que não sabem absolutamente nada. Penso que ele desprezava era as pessoas como nós que só sabem umas coisitas....Luisa
(http://ecosdotempo.blogs.sapo.pt)
(mailto:luisa34@netcabo.pt)
De Anónimo a 3 de Março de 2006 às 18:34
Concordo com o Oscar, os "estúpidos" são a pior raça que há. Sei que há uma certa falta de humildade nesta afirmação, mas sinto assim mesmo.
.jo
(http://ecosdotempo.blogs.sapo.pt)
(mailto:mjoaojara@sapo.pt)
De Anónimo a 3 de Março de 2006 às 14:53
Huuummmm as que sabem tudo, não são fascinantes porque não existem. As que nada sabem são aborrecidas.
Dificil escolha!Sónia Nabais
(http://asmusas.blogspot.com/)
(mailto:asmusas@sapo.pt)
De Anónimo a 3 de Março de 2006 às 12:36
Olá! Não conheço a biografia nem a obra de Wild o suficiente para comentar a citação..mas quemepôsapensar,ah,isso pôs!!! Beijinhos, e bom fim-de-semanaNice
(http://nice.blogs.sapo.pt)
(mailto:ni.ce@mail.pt)
De Anónimo a 3 de Março de 2006 às 09:51
E há aqueles que não sabem onde se enquadrar! Bjocas.Ritisabel
(http://pegadasnaareia.blogs.sapo.pt)
(mailto:ritalexandre@hotmail.com)
De Anónimo a 3 de Março de 2006 às 09:44
Grito teu nome ao vento!
Ecoa só...Em meu pensamento
Das formas apenas visão
Lembrança... Sentida... ilusão
Quimeras de um simples momento
Indulto em vão sentimento
Prado disperso de pura paixão
Descansa alheio a posição
Ao léu intenso e quanto
Ao vento à toa o pranto
Grito teu nome...Ecoa canção
Ao Mar... Ao Céu...Ao teu... Coração
Grito teu nome ao vento!
Sentido... Descansa... Emoção.
Sonhador Joao
(http://Sonhador Joao)
(mailto:jcgil@anam.pt)
De Anónimo a 3 de Março de 2006 às 01:18
Bem, a polemica fez Eco (e ainda bem), mas com o meu pouco Tempo deixo mais uma de Oscar Wilde «O prazer é a prova da natureza, o seu sinal da aprovação. Quando somos felizes, somos sempre bons, mas quando somos bons nem sempre somos felizes» beijinhos. mariliamgomes
(http://afecto.blogs.sapo.pt)
(mailto:mariliamgomes@netcabo.pt)
De Anónimo a 3 de Março de 2006 às 00:47
Não sei se concordo com a Papoila... quer dizer não concordo mesmo, ou melhor respeitosamente discordo. Na verdade acho que as duas espécies se abominam verdadeiramente uma à outra. Não fosse isso a razão de estarem nos extremos de um terciun génerus que aqui curiosamente não ganha a dignidade de tal qualificação. Wilde falava com certeza de pessoas, seres humanos logo egoístas, e não fosse o egoísmo parte da salvação da humanidade uma ou outra espécie aniquílaria a outra. Assim o fascínio de que fala a Papoila, não é para mim mais que uma relação de simbiose alimentada por razões de sobrevivência. Aliás esse carácter de sobrevivência retira a ambas as espécies bastante o seu fascínio. Talvez resida nisso mesmo a Ironia de todo este embróglio intlectual. Na verdade não nos devemos esconder atrás de falças verdades. Qual de nós é que perante o pensamento de Wilde e numa breve introspectiva, senão mesmo inconsciente, não se assume como pertencente a uma ou outra das três categorias... mais uma ironia... talvez por isso o resultado da equação seja nulo, pois ninguém com uma pontinha de auto estima se situa na categoria ou espécie dos que sabem alguma coisa... e aqui reside a suprema ironia, de que mais vale nada saber do que saber alguma coisa. Mas a mais bela das ironias, aquela que nos eleva à verdadeira essência do pensador e do seu pensamento é o facto de eu estar a tentar saber alguma coisa e que por isso perco todo o meu fascínio... faço-o apenas na companhia de Wilde, pois penso que esta sua fórmula é uma reacção a alguma agressão. Assim, resulta que prefiro manter os meus príncipios a correr para uma dessas espécies só porque elas têm o rótulo de fascinante, pois de tão fascinantes que são apenas se arrogam ao seu egoísmo.Por alguma razão recordei-me de um pensamento de Confúcio segundo o qual, perante a sabedoria existem três tipos de homem. os que nascem com o conhecimento e que por isso nada precisam de se esforçar para atingirem as suas relizações. Os que sendo desprovidos dessa sabedoria toda a vida trabalham e esforçam-se por melhorar a sua condição. Existem ainda aqueles que nada sabendo, e nada se esforçando para aumentar a sua sabedoria e condição,permanecem por isso, estúpidos toda a vida. E agora? em qual das espécies é que cada um de nós e em consciência se propõem a pertencer? Os primeiros não aparecem, pois não contam com a sua salvação, os terceiros escondem-se pois para eles as flores não florescem, afinal... apenas os segundos aparentam estar vivos e a vida é a sua única recompensa e salvação. Bem... adorava que discordassem comigo, e não há melhor tempo nem lugar para tal. Pois que surja um eco discordante, perante o qual desde já, eu respeitosamente me inclino... Um Grande abraço a esses ecos que tão sábiamente libertam outros, esses que de certeza existem dentro de nós à espera de um grito que o liberte. ruizocas
(http://bloguesfera.blogs.sapo.pt/)
(mailto:ruizocas@hotmail.com)

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