
Não se perdeu
Não se perdeu nenhuma coisa em mim.
Continuam as noites e os poentes
Que escorreram na casa e no jardim,
Continuam as vozes diferentes
Que intactas no meu ser estão suspensas.
Trago o terror e trago a claridade,
E através de todas as presenças
Caminho para a única unidade
Poema de Sophia de Melo Breyner, uma das maiores "poetas" portuguesas
Acrilico sobre tela de Manuela Jara de Carvalho, que, só passadas algumas décadas da sua existência, nos revela a sua alma de pintora.
De
Jorge G a 19 de Outubro de 2006 às 00:55
É sempre bom ler Sophia, sem dúvida uma das maiores poetisas de sempre.
Excelente enquadramento com a tela apresentada de pintora por mim desconhecida. Assim se vai aprendendo algo.
Um abraço
Jorge G
Bonito poema de Sophia de Melo Breyner que parece estar dedicado à autora deste post...
O óleo sobre tela de Manuela Jara de Carvalho, lindo também, diz-me qualquer coisa !...........
Bom fim de semana.
Abraço.
Filipe, com o
da minha Praia.
De
badala a 19 de Outubro de 2006 às 11:37
O poema é lindo e dá que pensar.
O quadro tem cores bonitas, mas é estranho.
Não consigo ver um quadro sem lhe dar a minha interpretação pessoa. Neste da Manuela Jara sinto que há alguém que implora que a livrem do sofrimento mas a vida, irónica e cruel, nega essa akuda. Belo quadro muito expressivo.
Comentário com erros emendados
Não consigo ver um quadro sem lhe dar a minha interpretação pessoal. Neste da Manuela Jara sinto que há alguém que implora que a livrem do sofrimento mas a vida, irónica e cruel, nega essa ajuda. Belo quadro muito expressivo.
Não oiço a música
De
jo a 19 de Outubro de 2006 às 21:28
Esta música ficou gravada muito baixo, não sei porquê.
De
Lúcia a 19 de Outubro de 2006 às 13:07
Acho que algo está se perdendo em mim... Linda a poesia!!!!
De
Cöllyßry a 19 de Outubro de 2006 às 16:05
Qurida amiga, delicia nossos olhos este como que um apelo á Humanidade, com palavras tão intensas da bela Sopfia, deixo meu doce beijo para a Jó e Luisa, com meu esvoaçar_____________Cõllybry
De Sindarin a 19 de Outubro de 2006 às 16:13
Olá amiga! mais uma gripe têm-me afastado daqui (da net) mas mesmo assim cá estou para agradecer o carinho pela tua visita e paciência para mim. Agradeço-te do fundo do coração pela Sophia é das minhas escritoras preferidas. Deixo um grande beijino
O quadro é bem sintomático.
De
Manuel a 21 de Outubro de 2006 às 00:28
Um poema de uma grande SENHORA, que me dispenso de comentar. Tudo o que dissesse seria muito pouco.
Fica bem.
Manuel
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