As primeiras palavras trazem ao espaço
da página a neve e o melro:
o melro azul
canta nos ramos da neve.
Talvez o tenha ouvido cantar
em sonhos, ou num poema qualquer,
mas ia jurar
que foi no castanheiro do quintal.
Não faz nenhum sentido,
mas às vezes o absurdo entra-nos
pela porta. O melro
cantava na neve - era verão.
Elogio da neve - Eugénio de Andrade
. jo
. Alenquer
. INVERNO
. NEVOEIROS DE SÃO PEDRO DE...
. COMPENSAÇÃO PERANTE A CRI...
. Homenagem a Rafael Bordal...
. CAPARICA
. Os meus links
. 858
. Collybry
. A Saloia
. Palavras Livres (Cidalia Santos)
. Ilhas
. sokedih
. bettips