A pedido de alguns amigos, publico hoje mais duas entradas do Dicionário das Famílias Portuguesas de D. Luis de Lancastre e Távora
SOUSA - Nome de raízes toponímicas, pois que tirado da terra de Sousa, designou primeiramente a linhagem deste nome, cujas origens documentadas datam de épocas anteriores à Nacionalidade, vindo posteriormente a ser apelido da família em que tal linhagem veio a transformar-se. Tendo caído em fêmeas os dois principais ramos desta família, as duas damas da família, D. Maria Pais, que era a chefe da linha primogénita, e D. Inês Lourenço, que o era da secundogénita, vieram a casar-se respectivamente com D. Afonso Dinis, filho bastardo legitimado de D. Afonso III, e com D. Martim Afonso, meio irmão daquele. De D. Maria Pais e de D. Afonso nasceria assim a linha dos Sousas dita de Arronches, por causa de haver detido este senhorio, hoje chefiada pelos Duques de Lafões, enquanto de D. Inês e D. Afonso descenderiam os Sousas ditos do Prado, por terem tido o senhorio desta vila, ou Chichorros, da alcunha daquele D. Martim.
TAVEIRA - Nome de raízes toponímicas, a família que o adoptou por apelido tem remotas e nobres origens, provindo da linhagem dos «de Paiva».
De
Ventor a 4 de Outubro de 2007 às 21:34
Kudryavka!
Olá, Luisa! Acredito que não saibas, que tenhas esquecido ou que nunca soubesses que o 1º animal a subir ao espaço estratosférico, se chamava Kudryavka. Aposto também que não sabes nada sobre a minha árvore geneológica, nem a do Ventor nem a da Kudryaka, mas acredito que tens toda a razão que não gostarias de ter ratos na cozinha, na dispensa ou seja lá onde fôr. O Ventor também não gosta e se eu encontra-se um rato cá em casa, de certeza que pederia ao Ventor para o colocar lá para fora porque é animal que não cabe cá em casa segundo eu penso e o Ventor me diz. Mas acredito plenamente que os bichos têm o seu lugar apropriado e é aí que nós não temos que nos meter com eles. Nós, os animais domésticos e vós os humanos. E menos ainda os tirarem dos seus lugares e levá-los para arenas e espancá-los, gozá-los, pô-los a sangrar até à morte, como está a acontecer neste momento no Campo Pequeno. Isso não é trabalho de gente civilizada, antes pelo contrário, é procedimento de gente sem alma, gente aberrante e ainda por cima gente que pretende ser "topos de gama" da nossa sociedade. Para mim, eles são apenas e só, represntantes das bestas. Aliás, eles são as proprias, as verdadeiras bestas! As verdadeiras bestas! Já disse tudo.
Mas o Ventor pediu-me para te dizer que as suas caminhadas por Alenquer, duraram 13 meses e aconteceram nos tempos em que ele fez parte da grande organização, então, da Força Aérea Portuguesa. Ele fez parte daqueles que desciam da BA2, Ota, até ao belo presépio e subia até à Ota sempre em passo de corrida. Ele diz-me que ainda hoje agradece às mulheres de Alenquer que lhe vinham dar água à rua só para ouvir o comandante da secção gritar: «ninguém bebe! Ninguém bebe»! Bjs.
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