Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2006

(Quadro de Anna Francone)
Eu tinha um vestido azul
Na noite em que te conheci
Eu tinha um vestido azul
Está agora no fundo da mala
Sob um monte de saudades
De Anónimo a 20 de Janeiro de 2006 às 16:34
Um vestido, que por ser azul foi promovido a memória de um momento e a sua eternidade soberbamente evocada...ruizocas
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De Anónimo a 20 de Janeiro de 2006 às 00:58
Sómente cinco linhas... mas percebe-se perfeitamente que saiem do coração da autora !...Filipe Freitas
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De Anónimo a 20 de Janeiro de 2006 às 00:08
É-o, vejo, sinto.Há musicalidade, sensibilidade e uma (des)rima que soa demansinho. Um sentimento contido num tom magoado. Gosto, gosto muito!Sei que sou fraca entendedora, mas entra-me, permanece e por vezes espanto-me, não leve a mal, como uma MULHER, que transparece, por vezes, uma certa austeridade na sua forma de ser, tem tanta doçura quando as alinha nuns versos. Quizera eu ser poeta.......jo
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De Anónimo a 19 de Janeiro de 2006 às 23:45
João, não sou poeta mas poetiza (palavra ridícula) é que nunca seria...Luisa
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De Anónimo a 19 de Janeiro de 2006 às 23:40
Usei poeta como forma maior de poetiza! Será sempre assim, mesmo quando já não houver malas para guardar um vestido azul.jo
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De Anónimo a 19 de Janeiro de 2006 às 23:36
Quando se é poeta não se precisa de roubar as palavras. Azul era seu vestido, mas resplandece ainda na beleza do seu poema. Gosto, gosto sempre!jo
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